O universo de Jujutsu Kaisen pode parecer confuso à primeira vista. Entre temporadas, arco de flashback e filme, muita gente se pergunta: qual é a ordem correta para assistir? E mais importante, quantos episódios compõem essa jornada até agora?

A boa notícia é que a cronologia é mais organizada do que parece — desde que você saiba por onde começar.


1. Hidden Inventory / Premature Death – o passado de Gojo e Geto

Antes de tudo o que vemos na primeira temporada, a história começa anos antes, com Satoru Gojo e Suguru Geto ainda jovens. Esse arco, conhecido como Hidden Inventory / Premature Death, mostra a missão que muda completamente a visão de mundo dos dois personagens.

Na linha do tempo, esses acontecimentos vêm primeiro. No anime, eles foram adaptados no início da 2ª temporada, que ao todo possui 23 episódios. Esse arco ocupa aproximadamente os cinco primeiros capítulos da temporada.

É aqui que entendemos como Gojo se tornou o feiticeiro mais forte e como Geto seguiu um caminho oposto.


2. Jujutsu Kaisen 0 – o prólogo oficial da série

Logo depois dos eventos do passado de Gojo e Geto, vem Jujutsu Kaisen 0, longa-metragem que acompanha Yuta Okkotsu e sua ligação com Rika.

O filme funciona como um grande prólogo emocional e estrutural da série. Ele apresenta conceitos fundamentais do universo e posiciona Yuta como peça-chave para os acontecimentos futuros.

Embora tenha sido lançado após a primeira temporada, cronologicamente ele acontece antes dela.


3. Temporada 1 – o início de Yuji Itadori

A história principal começa de fato com a 1ª temporada, que conta com 24 episódios. É aqui que conhecemos Yuji Itadori, sua ligação com Ryomen Sukuna, além da introdução oficial de personagens como Megumi Fushiguro e Nobara Kugisaki.

Essa fase apresenta o sistema de maldições, os feiticeiros de Jujutsu e estabelece as bases do conflito maior que será desenvolvido nas temporadas seguintes.


4. Temporada 2 – do passado ao Incidente de Shibuya

Após o arco do passado de Gojo, a 2ª temporada avança para o devastador Incidente de Shibuya, um dos momentos mais impactantes da obra.

Com 23 episódios no total, a temporada divide seu foco entre o flashback inicial e o colapso em Shibuya. É nesse ponto que o mundo da série muda drasticamente e as consequências passam a ser permanentes.

O Incidente de Shibuya marca uma ruptura narrativa e redefine completamente o equilíbrio de forças.


5. Jujutsu Kaisen: Execution – a ponte para o Jogo do Abate

Depois da 2ª temporada, a história continua em Jujutsu Kaisen: Execution, produção que parte diretamente das consequências de Shibuya e impulsiona o universo rumo ao Jogo do Abate.

Esse capítulo funciona como transição oficial para a nova fase da narrativa, aprofundando o cenário político e espiritual deixado após o colapso em Shibuya.


6. Temporada 3 – o Jogo do Abate

Depois dos eventos de Jujutsu Kaisen: Execution, a história avança oficialmente para o arco do Jogo do Abate, adaptado na 3ª temporada do anime.

Essa nova fase conta com 9 episódios, aprofundando o conflito idealizado por Kenjaku e colocando personagens como Yuji Itadori, Megumi Fushiguro, Yuta Okkotsu e Maki Zenin em confrontos ainda mais estratégicos e brutais.

É aqui que o universo entra definitivamente em seu estágio mais caótico.


Quantos episódios Jujutsu Kaisen tem ao todo?

Com a terceira temporada incluída, o anime soma atualmente:

Temporada 1: 24 episódios
Temporada 2: 23 episódios
Temporada 3: 9 episódios

No total, são 56 episódios, além do filme canônico Jujutsu Kaisen 0, que integra oficialmente a cronologia.


Ordem cronológica para assistir

Se a ideia é seguir a linha do tempo interna da história, a ordem recomendada é:

  1. Hidden Inventory / Premature Death (início da 2ª temporada)
  2. Jujutsu Kaisen 0
  3. Temporada 1
  4. Temporada 2 (arco Shibuya)
  5. Jujutsu Kaisen: Execution
  6. Temporada 3

No fim das contas, Jujutsu Kaisen não é apenas uma sequência de batalhas. É uma narrativa construída em camadas temporais que se conectam e se respondem. Entender essa cronologia ajuda a perceber que cada arco não é isolado — ele é consequência direta do que veio antes.

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