Poucas franquias conseguem atravessar gerações como Avatar. Em Avatar 3: Fogo e Cinzas, James Cameron retorna a Pandora apostando menos em ruptura e mais em continuidade, entregando um capítulo que funciona tanto como avanço da saga quanto como possível fechamento de uma trilogia.

Qual história do novo filme?

A história se passa poucas semanas após Avatar: O Caminho da Água (2022). A morte de Neteyam ainda pesa sobre a família Sully e dita o tom do filme. Jake assume uma postura mais rígida e voltada à guerra, enquanto Neytiri se fecha em luto e raiva. Esse desequilíbrio leva o grupo de volta às florestas dos Omatikaya, o clã original da franquia.

É nesse deslocamento que surge o Povo das Cinzas (Mangkwan), Na’vi que romperam com Eywa após perderem seu lar em uma erupção vulcânica. À frente deles está Varang (Oona Chaplin), apresentada de forma imponente, habilidosa e imediatamente colocada como rival direta de Neytiri, deixando claro que existe algo pessoal contra os Sully.

Quaritch (Stephen Lang) continua como o grande vilão, enquanto Spider (Jack Champion) se torna o eixo emocional do conflito. Capaz de respirar em Pandora, ele divide a família Sully e desperta o interesse de Quaritch, reforçando seu dilema entre pertencer ao mundo humano ou ao Na’vi.

Tudo para assistir

Não há cena pós-créditos. O filme encerra com imagens contemplativas e a canção “Dream as One”, interpretada por Miley Cyrus, apostando mais em sensação de fechamento do que em gancho explícito.

Avatar 3: Fogo e Cinzas tem 3h17min de duração, classificação indicativa de 14 anos e chega aos cinemas brasileiros com distribuição da Disney, nas versões dublada, legendada e 3D.

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