Depois de reacender a franquia com Extermínio 3: A Evolução, a saga pós-apocalíptica retorna aos cinemas com Extermínio: O Templo dos Ossos, longa que chega ao Brasil em 15 de janeiro de 2026, com distribuição da Sony Pictures.
O filme marca o quarto capítulo da série, mas deixa claro desde o início que não se trata de um episódio isolado e sim de mais um passo dentro da nova trilogia ambientada 28 anos após o início da infecção.
Entre Doutores e Jimmies
Aqui, a história se afasta do simples horror de sobrevivência para aprofundar os dilemas morais desse mundo em colapso. Dirigido por Nia DaCosta (A Lenda de Candyman, The Marvels) e com roteiro de Alex Garland, o longa coloca o foco em Dr. Kelson (Ralph Fiennes), personagem introduzido em A Evolução e agora explorado de forma mais íntima, perturbadora e ambígua. Menos respostas fáceis, mais desconforto.
Um clipe recente divulgado pela Sony antecipa essa abordagem mais complexa: Kelson tenta curar um infectado, enquanto o grupo liderado por Jimmy Crystal (Jack O’Connell) revela dinâmicas internas cada vez mais violentas.
O encontro entre Spike (Alfie Williams) e Jimmy desencadeia uma cadeia de eventos que transforma a sobrevivência em um verdadeiro pesadelo — reforçando a ideia de que, neste capítulo, a maior ameaça não são os infectados, mas a desumanidade entre os próprios sobreviventes.
O elenco ainda conta com Chi Lewis-Parry, que interpreta o temido infectado alfa, trazendo uma presença física brutal que reforça o impacto visual do filme. Essa brutalidade, aliás, foi um dos pontos mais comentados após sessões fechadas para convidados realizadas no início de dezembro, que receberam elogios justamente por expandirem a mitologia da franquia sem perder o choque e a crueza esperados pelos fãs.
Nesse ponto já sabemos que o filme terá 1h 49m de duração, e que a classificação deve seguir para maiores de 18 anos.
28 Years Later: The Bone Temple (no original) será lançado no Brasil nas versões dublado e legendado.

