A ideia de um tribunal controlado por Inteligência Artificial já rende debates suficientes fora da ficção. Em Justiça Artificial (Mercy), esse conceito vira combustível para um thriller de ação com ritmo acelerado, tensão constante e um protagonista correndo contra o relógio literalmente.

Estrelado por Chris Pratt (Guardiões da Galáxia) e Rebecca Ferguson (Duna), o novo longa de ficção científica coloca a tecnologia no centro do conflito ao transformar um julgamento em uma disputa de sobrevivência. A estreia acontece em 22 de janeiro, com lançamento nacional nos cinemas brasileiros.

Tá, mas que filme é esse?

Na trama, Pratt interpreta um detetive acusado de assassinar a própria esposa. O detalhe mais cruel: ele tem apenas 90 minutos para provar sua inocência diante de um sistema de justiça automatizado, frio e matematicamente implacável.

Do outro lado do tribunal está a Inteligência Artificial interpretada por Rebecca Ferguson uma entidade criada a partir do próprio trabalho do acusado, agora responsável por decidir seu destino.

Dirigido por Timur Bekmambetov (O Procurado), Justiça Artificial investe em um conceito high-tech para discutir até onde a automação pode substituir o julgamento humano. O roteiro de Marco van Belle constrói um cenário de futuro próximo que parece cada vez menos distante, onde algoritmos não apenas analisam provas, mas definem sentenças.

Com distribuição da Sony Pictures, o filme é uma produção da Amazon MGM Studios e aposta na combinação de ação, suspense e ficção científica para atrair o público que gosta de narrativas claustrofóbicas, dilemas morais e histórias que colocam a tecnologia como antagonista invisível.

Justiça Artificial chega aos cinemas brasileiros em 22 de janeiro de 2026, nas versões dublado e legendado, além de também poder ser conferido nas salas 3D e IMAX.

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