Logo nos primeiros minutos de DPA 4 dá para sentir algo raro em produções derivadas de séries infantis: o filme realmente expande o universo, leva os personagens para um ambiente completamente novo e entrega uma aventura que funciona tanto para fãs quanto para quemnunca acompanhou a série.
Que história é essa?
Algo já habitual nos filmes da série é levar os protagonistas para além do prédio azul. Porém dessa vez a ideia é levar os personagens para uma dimensão que realmente apenas o cinema pode criar.
A trama começa com um mistério simples e eficiente: Max desaparece, e agora Mel e Zeca precisam atravessar para o Reino de Ondion, um espaço colorido, mágico e cheio de perigos, para encontrar o amigo.

Lá, eles enfrentam Rumorum (Gabriel Braga Nunes) e o caótico Juks (Enzo Campeão), que movimentam a narrativa e deixam tudo mais divertido. O roteiro, da mesma criadora de Detetives do Prédio Azul, mantém o DNA original, mas aproveita o salto para o cinema para criar algo maior e mais cinematográfico.
A TV pode ter apresentado esses detetives ao público, mas aqui o cinema ganha outras texturas, criaturas mágicas e um visual inventivo que fortalece ainda mais o universo criado no Brasil. Assista ao trailer completo:
Com direção de quem já comandou Tainá 2 e D.P.A. 3, o filme também funciona como experiência isolada. Mesmo quem não conhece a cronologia entende a dinâmica do trio, se envolve com o mistério e embarca no novo mundo sem esforço. É fantasia brasileira com identidade, ritmo e brilho próprio.
Tudo para assistir
D.P.A. 4: O Fantástico Reino de Ondion tem 107 minutos e classificação indicativa 6 anos no Brasil, perfeita para o público infantil e familiar que acompanha a franquia desde a TV.
Distribuição da Globo Filmes/Paris Filmes, com cópias dubladas e legendadas nos cinemas do Brasil.


