Dirigido por Edgar Wright, O Sobrevivente atualiza a história criada por Stephen King (sob o pseudônimo Richard Bachman) e aposta em uma abordagem bem mais fiel ao livro do que à versão estrelada por Schwarzenegger. Aqui, acompanhamos um futuro distópico onde o programa The Running Man transforma pessoas desesperadas por dinheiro em entretenimento violento e televisionado.
No centro da trama está Ben Richards, vivido por Glen Powell, um pai que aceita participar desse reality mortal para tentar salvar a filha doente. Ao redor dele, um elenco de peso — Michael Cera, Emilia Jones, William H. Macy, Josh Brolin, Colman Domingo, entre outros — ajuda a construir um jogo de manipulação midiática, perseguições espetaculares e violência convertida em espetáculo.
Com 63% de aprovação no Rotten Tomatoes, nota B+ no CinemaScore — a mesma do filme original — e uma bilheteria de US$ 69 milhões no mundo, contra um orçamento estimado em US$ 110 milhões, o longa virou rapidamente tema de debate. Afinal, onde esse filme deu errado?
No vídeo, os hosts do A Geleia analisam o que funciona na mistura de ação nervosa, humor pontual e crítica social, marcas claras do cinema de Edgar Wright, além de debater o final ambíguo, que questiona o próprio conceito de “vitória” dentro desse reality show mortal.
E a conversa vai além do filme. O papo também levanta uma questão maior: o público ainda quer um grande filme de ação que não faça parte de uma franquia? Ou O Sobrevivente é apenas mais um exemplo de uma boa ideia que não conseguiu se conectar com as plateias atuais?
Assista ao vídeo, participe do debate e conta pra gente: valeu assistir O Sobrevivente?


